'Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz'
Charles Chaplin
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Sintonia é uma dessas palavras fortes. Podia ser nome de bar, desses que nunca fechariam.
Podia ser nome de festa, dessas que ninguém sai antes do sol nascer.
Pode até mesmo ser nome de Igreja, dessas que convertem fiés que não crêem em nada.
Sintonia podia ser um desejo desses que a gente faz no Reveillon enquanto brindamos: Quero sintonia pra mim, pra você, entre nos dois, não somente para o próximo ano, mas para a vida toda.
Sintonia é olhar para outra pessoa e ver nela a materialização de suas vontades mais profundas.
Sintonia só não pode entrar no mesmo contexto de normalidade. Porque ser normal não é estar em sintonia com o mundo, é ser refém dele.
Antes de buscar sintonia com o mundo, busque a sintonia com você mesmo. Assim, poderá achat mais fácil o caminho de tijolos amarelos...e, quem sabe, acabar vendo que o mundo nunca estará sintonizado na mesma frequência que você.
Sintonize-se. Não busque explicações, não busque sentido. Descubra as delícias de ser livre, de ser você...
Podia ser nome de festa, dessas que ninguém sai antes do sol nascer.
Pode até mesmo ser nome de Igreja, dessas que convertem fiés que não crêem em nada.
Sintonia podia ser um desejo desses que a gente faz no Reveillon enquanto brindamos: Quero sintonia pra mim, pra você, entre nos dois, não somente para o próximo ano, mas para a vida toda.
Sintonia é olhar para outra pessoa e ver nela a materialização de suas vontades mais profundas.
Sintonia só não pode entrar no mesmo contexto de normalidade. Porque ser normal não é estar em sintonia com o mundo, é ser refém dele.
Antes de buscar sintonia com o mundo, busque a sintonia com você mesmo. Assim, poderá achat mais fácil o caminho de tijolos amarelos...e, quem sabe, acabar vendo que o mundo nunca estará sintonizado na mesma frequência que você.
Sintonize-se. Não busque explicações, não busque sentido. Descubra as delícias de ser livre, de ser você...
quinta-feira, 26 de junho de 2008
MANIFESTO PELA LIBERDADE

http://www.manifestopelaliberdade.com.br/
A música eletrônica aproxima o homem de si mesmo. Dá asas ao espírito, que voa em busca de novas sensações e descobertas.
Festejar é celebrar a vida. É deitar na grama e lembrar que todos somos parte da natureza e que sem ela não existimos. É curtir o hoje, esquecer o ontem e não temer o amanhã. Festejar é deixar que a música seja o maestro soberano do corpo. É perceber que dinheiro nenhum substitui o valor das amizades. Festejar é ser livre para decidir os rumos da própria vida.
Nos últimos tempos, porém, vimos as raves serem invadidas por pessoas despreocupadas com qualquer filosofia ou valor, interessadas apenas em experimentar novas drogas e testar os limites do corpo. As festas foram contaminadas por preconceito, brigas, hipocrisia. E a magia foi se apagando.
Essa distorção de valores abriu espaço para ataques por parte da mídia e das autoridades. Nosso paraíso está seriamente ameaçado pela censura. Somos um risco porque despertamos de um estado anestésico e caminhamos para a conquista da liberdade plena: de expressão, de escolha, de pensamento.
O destino das raves está nas suas mãos. Traga o melhor de você para a festa. Compartilhe-a com quem você ama. Pois não é com palavras que se explica o poder redentor dos primeiros raios de sol ou que se entende a energia de um abraço.
Vamos resgatar a magia. Criar um ambiente de amor, paz, união e respeito, onde todos possam curtir a música, os amigos e a natureza em harmonia. Vamos construir uma grande comunidade onde todos somos irmãos. Unidos pela música. Essa é a essência das raves e lutaremos por ela até o fim.
Podemos ir além. Pela primeira vez na história, temos chance real de construir um mundo melhor. Você tem poder. Pressione a imprensa e, principalmente, seja a imprensa. Nosso maior inimigo é a ignorância. Espalhe a mensagem para bem longe dos limites da festa.
E quando a força de nossa voz tocar o coração de cada ser humano e alcançarmos uma nova consciência, teremos, enfim, conquistado a tão sonhada liberdade.
domingo, 15 de junho de 2008
Lá vem ela...

Você pode até se identificar com ela. Pode parecer clichê, mas ela sinceramente é diferente e mais louca do que você pode imaginar.
Precisa sentir medo, admiração, vontade. Ela precisa sentir, ela gosta. Ou melhor, ela raramente gosta, ela se apaixona, ela exagera, ela detesta, fica confusa e tem raiva. Odeia 'peso na consciência', mas nunca evita.
Ela não gosta de rum e acha que bom é a mesma coisa que ruim. Por que alguém tem a cara de pau de falar: " ah, isso foi bom" ou "é, legal..."? Fala logo que tá uma merda e pronto.
Pouco rum é ruim, muito rum é excelente.
Ela aconselha a si mesmo, fala com propriedade, mas faz o contrário. É engraçado como ela consegue o que ela quer...não existe fórmula e nem muito tempo, ela consegue e pronto. Isso é segurança? Sim, graças a Deus (?) ela é assim.
Taí uma palavra que ela detesta: TEMPO. Quem inventou esse maldito? Quem disse que é preciso administrá-lo? Porque quando tudo parece perfeito chega a hora de acabar?
Ela gosta de viver e, ao mesmo tempo, quer voar.
Liberdade é uma palavra que faz essa menina sentir arrepios e entenda arrepios como vento forte na cara, cabelo bagunçado, sorriso no rosto e idéias malucas. Ela é um mix disso tudo.
Ela descansa, se cansando. Não vai a festas, ela freqüenta. Ela sabe o que é limite e se descontrola consciente, ou seja, sabe quando perde a linha e ri. Ela assusta as pessoas, sobretudo os mais próximos. Ela é fascinada por filmes, os mais estranhos. E ultimamente se sente bem com comédias românticas (?).
Ela não tá feliz com os outros e nem com ela mesmo. Sabe que tem deixado gente triste, constantemente. Mas ela age por impulso, minha gente! E são inclusive esses impulsos que às vezes fazem ela ter orgulho de si mesma.
Ela são vários personagens, os mais opostos, os mais discretos e exagerados. Ela é montanha e praia. É música alta, com batida forte ou bem lenta. É MÁ e muito mais.
Precisa sentir medo, admiração, vontade. Ela precisa sentir, ela gosta. Ou melhor, ela raramente gosta, ela se apaixona, ela exagera, ela detesta, fica confusa e tem raiva. Odeia 'peso na consciência', mas nunca evita.
Ela não gosta de rum e acha que bom é a mesma coisa que ruim. Por que alguém tem a cara de pau de falar: " ah, isso foi bom" ou "é, legal..."? Fala logo que tá uma merda e pronto.
Pouco rum é ruim, muito rum é excelente.
Ela aconselha a si mesmo, fala com propriedade, mas faz o contrário. É engraçado como ela consegue o que ela quer...não existe fórmula e nem muito tempo, ela consegue e pronto. Isso é segurança? Sim, graças a Deus (?) ela é assim.
Taí uma palavra que ela detesta: TEMPO. Quem inventou esse maldito? Quem disse que é preciso administrá-lo? Porque quando tudo parece perfeito chega a hora de acabar?
Ela gosta de viver e, ao mesmo tempo, quer voar.
Liberdade é uma palavra que faz essa menina sentir arrepios e entenda arrepios como vento forte na cara, cabelo bagunçado, sorriso no rosto e idéias malucas. Ela é um mix disso tudo.
Ela descansa, se cansando. Não vai a festas, ela freqüenta. Ela sabe o que é limite e se descontrola consciente, ou seja, sabe quando perde a linha e ri. Ela assusta as pessoas, sobretudo os mais próximos. Ela é fascinada por filmes, os mais estranhos. E ultimamente se sente bem com comédias românticas (?).
Ela não tá feliz com os outros e nem com ela mesmo. Sabe que tem deixado gente triste, constantemente. Mas ela age por impulso, minha gente! E são inclusive esses impulsos que às vezes fazem ela ter orgulho de si mesma.
Ela são vários personagens, os mais opostos, os mais discretos e exagerados. Ela é montanha e praia. É música alta, com batida forte ou bem lenta. É MÁ e muito mais.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Cinema: A vida de David Gale

A vida de David Gale
Por Mariana Pena Teixeira
Assassinato ou suicídio? : tudo em prol de uma causa
A vida de David Gale é um equilíbrio entre o cinema arte e o cinema comercial. Escrito em 1998 e lançado em 2003, o filme de Alan Parker tem uma temática político – crítica: a pena de morte. Mas o objetivo principal é provar que o sistema penal dos Estados Unidos (sobretudo do Texas) é falho e condena inocentes. A trama de Charles Randolph desenvolve-se em 130 minutos e é classificada como imprópria para menores de 18 anos por ter cenas de sexo, violência grave e conflitos psicológicos intensos – e são exatamente esses conflitos que mantém a história atrativa e envolvente . O diretor de “Mississipi em Chamas” e “Coração Satânico” afirma ter sido este o melhor scrip dos últimos anos. O filme ainda conta com a produção do ator Nicolas Cage.
David Gale (Kevin Spacey), protagonista, é um intelectual, o primeiro da turma em Harvard, tem dois livros publicados, professor de Filosofia da Universidade do Texas, pai e um dos líderes do movimento contra a pena de morte nos Estados Unidos, “DeathWatch”. Mas esse mesmo David é alcoólatra, acusado de dois estupros e um assassinato, e, por isso, foi condenado à morte. Há quatro dias de sua execução, Gale resolve contar sua história a jornalista Bitsey Bloom (Kate Winslet). É evidente o envolvimento dela com a fonte e com os acontecimentos narrados por ele.
Uma das cenas mais importantes é quando David Gale e o governador do Texas debatem sobre a pena de morte num programa de televisão. Gale se sobressai até a parte em que afirma que inocentes são executados e o governador responde: “Então me diga um nome de um inocente que foi morto, apenas um nome, e eu concedo uma moratória”. David se cala.
Ele é acusado de estuprar e assassinar sua amiga e também ativista Constance. .A ironia acontece, pois nas duas acusações David era inocente, em nenhuma delas o sistema constatou isso e o líder do movimento contra a pena de morte foi executado nessa forma de punição. A jornalista aos poucos descobre que Constance, portadora de leucemia em caso terminal, planejou a própria morte, com a ajuda do ativista Caubói e de David Gale, já que a acusação recairia sobre Gale pelo fato de já ter sido indiciado no passado.
A atuação das atrizes Kate Winslet e Laura Linney é fantástica. A personagem Bitsey só tem contato com David pelo vidro da prisão, mas envolve-se na história como se o conhecesse há anos. Constance, por sua vez é intensa, capaz de morrer para defender uma causa.
Por Mariana Pena Teixeira
Assassinato ou suicídio? : tudo em prol de uma causa
A vida de David Gale é um equilíbrio entre o cinema arte e o cinema comercial. Escrito em 1998 e lançado em 2003, o filme de Alan Parker tem uma temática político – crítica: a pena de morte. Mas o objetivo principal é provar que o sistema penal dos Estados Unidos (sobretudo do Texas) é falho e condena inocentes. A trama de Charles Randolph desenvolve-se em 130 minutos e é classificada como imprópria para menores de 18 anos por ter cenas de sexo, violência grave e conflitos psicológicos intensos – e são exatamente esses conflitos que mantém a história atrativa e envolvente . O diretor de “Mississipi em Chamas” e “Coração Satânico” afirma ter sido este o melhor scrip dos últimos anos. O filme ainda conta com a produção do ator Nicolas Cage.
David Gale (Kevin Spacey), protagonista, é um intelectual, o primeiro da turma em Harvard, tem dois livros publicados, professor de Filosofia da Universidade do Texas, pai e um dos líderes do movimento contra a pena de morte nos Estados Unidos, “DeathWatch”. Mas esse mesmo David é alcoólatra, acusado de dois estupros e um assassinato, e, por isso, foi condenado à morte. Há quatro dias de sua execução, Gale resolve contar sua história a jornalista Bitsey Bloom (Kate Winslet). É evidente o envolvimento dela com a fonte e com os acontecimentos narrados por ele.
Uma das cenas mais importantes é quando David Gale e o governador do Texas debatem sobre a pena de morte num programa de televisão. Gale se sobressai até a parte em que afirma que inocentes são executados e o governador responde: “Então me diga um nome de um inocente que foi morto, apenas um nome, e eu concedo uma moratória”. David se cala.
Ele é acusado de estuprar e assassinar sua amiga e também ativista Constance. .A ironia acontece, pois nas duas acusações David era inocente, em nenhuma delas o sistema constatou isso e o líder do movimento contra a pena de morte foi executado nessa forma de punição. A jornalista aos poucos descobre que Constance, portadora de leucemia em caso terminal, planejou a própria morte, com a ajuda do ativista Caubói e de David Gale, já que a acusação recairia sobre Gale pelo fato de já ter sido indiciado no passado.
A atuação das atrizes Kate Winslet e Laura Linney é fantástica. A personagem Bitsey só tem contato com David pelo vidro da prisão, mas envolve-se na história como se o conhecesse há anos. Constance, por sua vez é intensa, capaz de morrer para defender uma causa.
domingo, 30 de março de 2008
?
Dúvida.
é a pior das sensações, pior que ouvir um não, que contentar-se com um sim, é esperar respostas... bater um papo consigo mesmo: não saber/ concluir (e estar errado, ou o que é pior, concluir algo ruim e perceber que estava certo.)
Quem entende, ham?
Acho que o Jota Quest escreveu uma música pra tudo o que tem passado na minha cabeça:"O que eu também não entendo".
E a pessoa que não tem paciência termina com um "a esperar eu vou levando a vida"...
é a pior das sensações, pior que ouvir um não, que contentar-se com um sim, é esperar respostas... bater um papo consigo mesmo: não saber/ concluir (e estar errado, ou o que é pior, concluir algo ruim e perceber que estava certo.)
Quem entende, ham?
Acho que o Jota Quest escreveu uma música pra tudo o que tem passado na minha cabeça:"O que eu também não entendo".
E a pessoa que não tem paciência termina com um "a esperar eu vou levando a vida"...
segunda-feira, 17 de março de 2008
é ADRENALINA, FUGA...

"Já pensou se você pudesse...
Ir atrás do que realmente importa?
Se por alguns instantes você fosse livre para...
Curtir somente o lado bom da vida
Viver Amar e Dançar Intensamente
O QUE VOCÊ FARIA SE TUDO ISSO FOSSE POSSÍVEL?
EXPERIMEMENTE A VIDA."
é chuva, grama que vira lama,
é mix, é estilo, personalidade forte impressa na roupa, no jeito de olhar, de se mexer,
é sol quente, é tomar ducha de roupa,
é sentir o vento te impulsionando, dançando com você...
é música forte, que bate na cabeça, te embala, são paixões...
é síndrome de Peter Pan...
são delícias e idéias malucas, mas plenamente realizáveis...
é liberdade, achar que tudo tá a seu favor, que você tá sonhando aqueeeele melhor sonho,
é curtir com quem você gosta, e até aqueles que você "nem liga" tornam-se pessoas importantes...
É CÉU, É ESTRELA, É NATUREZA, É SOL NA CARA...
são minhas brigas, são viagens para lugares encantados e secretos.
São madrugadas, tardes, noites e manhãs...nessa ordem!
Somos NÓS e as montanhas mais altas. E os vôos mais altos e mais longos. PRA SEMPRE. ☆
São CELEBRAÇÕES e IMPULSOS.
e como eu sempre digo: aproveitar a vida é justamente a fonte para viver mais.
Assinar:
Postagens (Atom)