quinta-feira, 30 de julho de 2009

Velocidade em câmera lenta


Que os dias estão passando cada vez mais rápido e o tempo vem aparentando diminuir, ninguém tem a menor dúvida. "O mundo está cada vez mais rápido". "Agilidade." "Tecnologia." "Velocidade". Isso é frequentemente visto na TV.


Em paralelo a esse mundo onde tudo acontece num piscar de olhos, temos as consultas médicas e odontológicas. [Que paralelo estranho, Mariana!]. Mas é séééééério.

Quarta fui ao médico e hoje fui ao dentista.


O sinônimo disso tudo é burocracia: você precisa ligar para marcar (e rezar para encontrar algum horário). Pode ter certeza de que você irá desperdiçar aí alguns dias. Pronto. A consulta foi marcada. Você estava com sorte. Semana que vem. Você vai ao médico. Precisa passar sua carteirinha. Fazer o cadastro. Esperar ser chamada. (Por essas e outras prefiro chegar em cima da hora ou alguns minutinhos atrasada. Quanta astúcia!). O médico conversa. Examina. 8 minutos e você está liberada. Quanta agilidade! (Não fossem a série de exames que ele solicitou.) Você precisa passar na Unimed para pegar a guia. Precisa marcar um ou mais dias para fazer os exames. Precisa marcar um ou mais dias para pegar os exames. Precisa novamente marcar uma consulta com o mesmo médico para mostrar os exames. E se ele receitar algum medicamento ou tratamento...a ladainha ainda se estende.


Cadê a velocidade no mundo da medicina? Pelo amor de Deuuuus...precisa marcar essa quantidade de coisas? E o pior...hemograma (o exame de sangue!) Cacete! Que coisa mais retrógrada...hoje em dia tem como você ver o coração da pessoa em 3D e ainda existe isso de tirar um pouco de sangue com uma seringa? Humpf! ¬¬


E a consulta no dentista...essa é menos burocrática. Não precisei marcar porque estava "em família". Mas um cara X precisa passar no consultório, pegar o molde e fazer uma "moldeira" que só deve ficar pronta depois de terça-feira...mas o procedimento só termina depois de um mês!


God. E hoje ainda (ou já) é quinta feira.

Moral da história: por mais tecnologia exista, existem ainda os limites humanos.

domingo, 26 de julho de 2009

Histórias.


Eu não gosto de livros. Prefiro horas seguidas de filmes do que afogar-me em páginas por dias e dias consecutivos. As histórias são envolventes mas minha paciência é curta. Talvez nenhuma história tenha realmente sido capaz de prender minha atenção. Mas também é engraçado o dom que eu tenho de me contradizer.


[Capítulos 17 e 18 - New Moon]


E de como determinadas situações, músicas, capítulos e etc. exercem determinado poder sobre mim.


Realmente me peguei pensando... se Julieta não tivesse conhecido o Romeu. Se ela tivesse sido menos ousada e mais "família" e tivesse se casado com Páris. Ela teria sido infeliz? Ou talvez achasse que estivesse sendo feliz sem desfrutar da felicidade plena do qual ela poderia...e se ele existisse em outro lugar que não em Verona? E se eles se vissem uma vez e nunca mais se encontrassem? E se o sentimento não fosse a primeira vista (pelo menos por parte dela...)?


E se...(essa partícula sempre me incomodou. No colégio eu já ouvia: "O SE não existe..."


A história sem dúvida seria outra. Menos vendável, com certeza. Mais real?

Possivelmente. (Apesar de não acreditar conscientemente nisso.)


Post impulsivo. Daqueles que ninguém mais entende.