A primeira vez que ouvi isso, me assustei. Afinal, eu sempre era a menina da intensidade, aquela que fazia questão de valorizar os momentos ótimos e que nunca se contentava com o "bom".
Depois vi que a plenitude era mais interessante. E ainda concordo com isso.
Porém esse final de semana voltei a ser a menininha intensa: parada gay no dia todo, ficar sem dormir, música eletrônica e brinquedo na madrugada, ficar sem dormir, levar a irmã holandesa na rodoviária, chorar por isso...
Agora, dona Mariana, aguenta as consequências: sem voz, dor de garganta, friiiiiiiiiiiiiio!
Se intensidade não enlouquece, pode ter certeza que ela adoece!
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