Sextas são sempre cheias de trabalho (e pepinos!). Ainda mais se for uma sexta-feira 13 do mês de agosto. Pode saber que as bruxas estão soltas!
De tanta coisa para resolver hoje, dei uma pequena surtada, entrei no meu blog e entrei em um que tem um nome muito parecido com o meu. Li um texto que me incomodou. São muitas referências e coincidências que eu juro que poderia muito bem ter sido um texto meu, já que os pensamentos todos já o são. Senti um tom de posse e resolvi postar o texto aqui, com o devido crédito para o dono do blog insanidade.com. (O texto foi escrito em 31 de março de 2010)
"Meus Queridos, como estão? Espero que bem. De verdade.
Vocês devem achar estranho escrever, mas ainda por aqui, sem nem dar sinal de que isto existe. Sempre fui mais de falar, não é? Mas não tenho visto oportunidades, é preciso colocar logo as coisas que estão aqui machucando a garganta e fazendo os olhos arderem.
Começo logo resumindo tudo: sinto saudades. Muita. Mais ainda quando só os vejo!
Não faço idéia de onde esta história toda começou. Sei por onde ela passa, mas não quero imaginar onde ela terminaria. Não faz muito a minha cara imaginar o fim das coisas. Sou muito bocó quando se trata disso. Fico desejando ser pra vida toda. Nem sempre é…
Acho que não é muito certo tentar buscar uma explicação para isso. Hipóteses existem mas, em minha mente, nenhuma delas seria digna de despertar estas coisas. A não ser pelos desentendimentos. Taí! Desentendimentos são coisas que não se resolvem naturalmente. Mas, como disse anteriormente, não são tantas as oportunidades de conversa.
De início achei que o tempo fosse ajudar. Que aos poucos as coisas iriam voltar a ser como antes… Não sei se é minha ansiedade, mas acho que está demorando demais pra que isso aconteça. Daí fico naquela: esquecer e bola pra frente ou deixar que o peito se aperte cada vez que a memória prega uma peça?
Se eu pudesse voltar atrás pode ser que eu mudasse algo. O quê, verdadeiramente falando, não sei! Mas acho que uma coisinha ou outra poderia ser mudada. Acho que o hoje seria diferente, mesmo precisando ser parecido.
Sinto falta e estranho o que se passa. Me questiono, quase o tempo todo, se a culpa é só minha, se o que se espera é uma atitude minha. Não sei. Sei que tenho medo de repetir o filme, enjoar da pipoca e sair antes da sessão terminar!
A parte boa é que isto está me ajudando a crescer. A tomar novas decisões e a ver as coisas de uma forma diferente.
Fico aqui. Não quero tomar tempo! Acho que está tudo corrido! Em todos os cantos, em todas as mentes…"
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