quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ela.




Antes mesmo de receber o texto abaixo, pensei nela.
E quando trocamos emails, pela manhã, já pensava nela.
Que amizade esquisita!

Eu sinto a nossa conexão. Sei a diferença de estarmos longes ou estarmos distantes. Eu sinto. Posso não vê-la todos os dias, mas saber que a tenho sempre me deixa tão bem! A menor hipótese de perdê-la me deixa sem chão.

Ah 2007! Digo que foi um dos melhores anos da minha vida, talvez tenho a pretensão de dizer que foi o melhor. Será que o ressurgimento dela tem a ver com isso? Possivelmente sim: Os bares de sempre. Os lugares de nunca. Os dias nada óbvios. Aí vieram as brigas bizarras da madrugada. A conexão mais forte. O trabalho junto/separado. As pessoas desconexas. O revirão. As opiniões. Os conselhos. As conversas longas e altas.

Minha cabeça está pensando em uma coisa: o quanto eu e ela crescemos juntas! Não me refiro somente a evoluir, mas a amadurecer. Não sei se ela concorda, mas crescer dói. Talvez seja a parte mais difícil de cada uma ser cada uma.

Segredo: Eu sempre quis ter o auge de um filme americano: a conexão intensa, a sintonia para sempre, que perdura décadas e continua mesmo a quilômetros de distância. Mas não precisou imaginar, minha gente! Aconteceu, espontâneo assim. Talvez estejamos em um filme ou em uma série americana. Sei que terão muitas continuações e farei de tudo para isso. Talvez você seja a minha plenitude intensa. Nunca quero me acostumar com o contrário.

Você é essa minha pessoa, minha melhor pessoa.

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