
"Eu sei
Jogos de amor são pra se jogar
Ah, por favor, não venha explicar
O que eu não sei, e o que eu já sei
O nosso jogo não tem regras nem juíz
Você não sabe quantos planos eu já fiz
Tudo que eu tinha pra perder eu já perdi
É o seu exército invadindo o meu país
Ah, se você lembrar
Se quiser jogar
Me liga, Me liga
Bom sei
Que não se pode terminar assim
O jogo encerra e nunca chega ao fim
E recomeça a cada instante, a cada instante!
Eu não te peço muita coisa, só uma chance
Pois ainda guardo o seu retrato na estante
Quem sabe um dia eu vou te ter ao meu alcance
Ah, como ia ser bom se você deixasse
Se você lembrar
E se quiser jogar
Me liga, Me liga!
Eu não te peço muita coisa, só uma chance
Pois ainda guardo o seu retrato na estante
Quem sabe um dia eu vou te ter ao meu alcance
Ah, como ia ser bom se você deixasse
Se você lembrar
E se quiser jogar
Me liga, Me liga!"
Me liga - Paulo Ricardo
Eu sempre tive a ideia de que a vida é um game. Você vai passando de fase, vai passando pelas tentações e tem que ser capaz de esquivar delas, você ganha e perde pontos. Por isso sempre fui permeada de teorias. Esse jogo é um labirinto, você precisa escolher. Está entre o perde e o ganha. Não dá mais para voltar atrás. O que você pode fazer é jogar de novo.
É isso: o jogo da vida do revirão. Quando tudo estiver bem, disconfie e prepare-se. Tudo pode virar de ponta cabeça.
Então, será que estamos descobrindo a resposta? Eu de certo modo afasto a estabilidade porque ela dura pouco e depois vem a tempestade? Então se eu viver sempre na tempestade, o oposto disso é a estabilidade, então será que acabarei a atraindo? Sim, escalas 7, a pseudoestabilidade. É isso, Deus!
Na verdade esse é só um pensamento previsão, sei lá, não tem muita relação direta com o momento ou até tenha. Me perco. As coisas vão bem, talvez, obrigada! O furacão avassalador do último mês deu uma sossegada interna e virou vento de madrugada. Meu coração já esqueceu o terremoto que dominou-o até grande parte desse ano, passou e o local está sendo reconstruído rapidamente.
O questionamento da vez é: por que envolvimento gera sentimento que gera idealização? É a lei? Diga-me um caso real que não tenha essas ligações intrínsecas!
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