segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Faltam 24 dias

E 3 dias para eu ir no médico.
O que eu não quero é saber quantos dias faltam para eu fazer exame de sangue!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Eu gosto dela, ela gosta de mim.

Momentos. Reações.

Tanta coisa acontece sempre, todos os dias. Coisas que chocam, como a polícia pacificadora no Rio que na verdade virou o caos da violência, coisas que surpreendem como todo o ano de 2010. Dentre essas coisas, existem os planejamentos. Miranda vai para o Canadá, dia 11 de dezembro. 11 dias depois, Betina embarca para a Holanda.

Elas tem uma sintonia inexplicável. O namorado da Betina diz que elas também são namoradas, de tão forte a ligação. Sei que é bonito e invejável de ver. Taí uma coisa que as viagens não vão estragar: o relacionamento delas. Tem coisa que é engraçada: elas estão mais distantes, mas continuam juntas, ligadas.

Só que confesso, sinto falta da presença dela e sei que, por mais distraída que estivermos com as novidades, sentirei ainda.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Desconfortável

Eu gosto dela, demais.

Mas posso confessar uma coisa? Não gosto das amigas dela, para ser muito sincera, nunca fui muito com a cara delas. Agora, prefereria evitar encontrá-las, sabe?

Não acho nada, só desconfortável.

sábado, 6 de novembro de 2010

Críticas no espelho

Reparei que as coisas que a gente mais critica das pessoas são as que mais a gente faz. Só que é imperceptível, nada planejado. Não se culpe. Todo mundo é assim.

É como um jogo de espelho que tudo se inverte. Todo mundo tem teto de vidro.

Pode saber que quem é super ciumento no fundo dá motivo para as pessoas terem ciúme dele e o super seguro no fundo é a insegurança pura. Dentre outros exemplos dos esteriótipos da vida.

Cuidado com o que você reflete.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

De Betina para Miranda

Betina gosta de ser quem ela é. Betina olha para trás e não se admira como se admira agora. Betina tem paixão pelas pessoas, por relacionar-se com elas. Sabe que esse é seu talento, mas sabe que seu ponto fraco também está relacionado com isso: ela é dependente das pessoas mas sua cabeça não. A cabeça exige espaço e tempo. Aí é a questão: a pior inimiga de Betina é a sua própria mente.

Betina enlouquece com grande facilidade e disfarça com o mesmo talento. E, por isso, Betina nunca consegue o equilíbrio pleno. Essa é a grande meta da vida de Betina: sua MISSÃO aqui é descobrir o ponto certo da 'embreagem' da vida. O EQUILÍBRIO que instiga, faz as coisas valerem a pena e gera a ESTABILIDADE. É um pontozinho só que ela precisa descobrir. Algo como achar agulha no palheiro ou fazer rotinas serem prazerosas.

Betina se faz de forte e inventa uma segurança que ela não tem. Mas uma coisa ela tem e assume: coragem. Ela experimenta, sente, transborda para não deixar a oportunidade passar. Isso talvez seja o oposto do equilíbrio, mas sabe o problema? Ela detesta escolher e tem medo de se arrepender.

Betina era pedrinha de gelo. Betina era bem sucedida nisso pois não sofria. Betina descobriu a sinceridade e passou a ser transparente na medida fosca em que ela se permite, mas ela não esconde mais. É difícil, Betina assume. Mas é melhor, ela concorda.

Betina tem uma pessoa na vida cuja ligação é inexplicavelmente necessária. É uma relação ironicamente doce e ácida. Betina e Miranda tem essências essencialmente pouco superficiais. Elas são assim. Elas se completam mesmo sendo parecidas. Esse amor puro que não precisa ser racionalizado e nem teorizado. Descobriu-se e brilhou tipo filme americano. Betina provoca Miranda por se fazer ausente as vezes. Ela precisa dessa distância inexplicável. Não é questão de não saber se dividir, é questão de precisar de iluminar um ponto de cada vez para que depois todo o palco esteja aceso.

(Mas talvez Miranda precise ser lembrada de que o sentimento de Betina por ela é insubstituível e intenso. E não há um quê de mistério nisso e sim, uma opção!)



















(De Betina para Miranda)