domingo, 29 de maio de 2011

E de pe(n)sar, perco-me nos pensamentos.

Estou meio embebida no lado menos fútil(como diriam os leigos) de Carrie Bradshaw. Como assim? Me pego pensando e analisando situações, cenas e falas. O episódio de hoje seria Beleza e o referencial.

Tudo o que é belo é belo a partir de um referencial, uma comparação. X é mais belo que Y, porém Z é mais belo que X. Existe uma forma de conseguir esse equilíbrio, essa igualdade?

Mas tudo o que é belo precisa esforçar-se para ser belo? É preciso manter o belo?

O que é belo é o que atrai a primeira vista, não é? Então porque querer ser belo e evitar que o sejam? Quer atrair e não quer que atraiam? Por que se preocupar com isso? A regra é clara e simples. X pode, Y não é. Ia escrever aqui toda a teoria, mas cansei. Preguiça.

Boa noite, beijos, fui.

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