quarta-feira, 7 de março de 2012

Já que não somos perfeitos, meu bem, vamos ao menos fugir da covardia!

Chega de ler blogs sobre moda, sobre decoração ou qualquer conteúdo marketeiro afim.
Quero ler/ouvir/escrever de mim. E nessa linha, Insanidade Sensata volta às suas origens. Meio sem razão de saber se tem razão, meio a esmo, mesmo sem saber. A origem é essa. O certo incerto.


Sem reclamações. Sem chororô. Não quero mais isso.
Estou inquieta. Por ter esbanjado agressividade no sábado, fiquei chateada comigo. Tipo aquelas coisas que você faz, que a pessoa te perdoa mas que você sabe que no fundo ficou uma magoazinha e que, na próxima pisada de bola isso será levado em consideração, com o dobro de força, fazendo reforçar aquelas coisas bizarras ditas que na verdade não são verdade. Então, o dilema começa por aí.
Além disso, não sei. Tenho lido expressões e caras. E não estão me convencendo. A fala é para me convencer, o sorriso amarelo e o dente cerrado entalam outras palavras. Não é boicote, não é sabotagem e nem loucura, é sentimento. Sinto isso, fazer o quê?

Estou precisando de um uma rajada de luz na certeza e na verdade. Essa brincadeira de gato e rato, de ficar perguntando se tem algo, se tem novidade e etc e não ficar convencido/a é bem cansativa e estressante. Prefiro o sincericídio e a verdade daquelas que fazem o transmissor e o receptor da mensagem dormirem com a cabeça mais leve no travesseiro. Não estou falando pelas minhas falas, mas pelas do outro. Sinto que, se tem insatisfação no ar, a pessoa não fala, querendo evitar minhas reações. Se é um comentário pequeno, a pessoa não fala, querendo evitar brigas. E tem um sorriso gostoso e levado na cara, numa manhã despretensiosa e ‘sem motivos’.

Estou com uma necessidade de beber da verdade verdadeira e da certeza certa! Preciso ver o sorriso coerente com a fala, com a cara, com a entonação, com os gestos, com a verdade.

Já que não somos perfeitos, meu bem, vamos ao menos fugir da covardia!

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