Chega de ler blogs sobre moda, sobre decoração ou qualquer conteúdo marketeiro afim.
Quero ler/ouvir/escrever de mim. E nessa linha, Insanidade Sensata volta às suas origens. Meio sem razão de saber se tem razão, meio a esmo, mesmo sem saber. A origem é essa. O certo incerto.
Sem reclamações. Sem chororô. Não quero mais isso.
Estou inquieta. Por ter esbanjado agressividade no sábado, fiquei chateada comigo. Tipo aquelas coisas que você faz, que a pessoa te perdoa mas que você sabe que no fundo ficou uma magoazinha e que, na próxima pisada de bola isso será levado em consideração, com o dobro de força, fazendo reforçar aquelas coisas bizarras ditas que na verdade não são verdade. Então, o dilema começa por aí.
Além disso, não sei. Tenho lido expressões e caras. E não estão me convencendo. A fala é para me convencer, o sorriso amarelo e o dente cerrado entalam outras palavras. Não é boicote, não é sabotagem e nem loucura, é sentimento. Sinto isso, fazer o quê?
Estou precisando de um uma rajada de luz na certeza e na verdade. Essa brincadeira de gato e rato, de ficar perguntando se tem algo, se tem novidade e etc e não ficar convencido/a é bem cansativa e estressante. Prefiro o sincericídio e a verdade daquelas que fazem o transmissor e o receptor da mensagem dormirem com a cabeça mais leve no travesseiro. Não estou falando pelas minhas falas, mas pelas do outro. Sinto que, se tem insatisfação no ar, a pessoa não fala, querendo evitar minhas reações. Se é um comentário pequeno, a pessoa não fala, querendo evitar brigas. E tem um sorriso gostoso e levado na cara, numa manhã despretensiosa e ‘sem motivos’.
Estou com uma necessidade de beber da verdade verdadeira e da certeza certa! Preciso ver o sorriso coerente com a fala, com a cara, com a entonação, com os gestos, com a verdade.
Já que não somos perfeitos, meu bem, vamos ao menos fugir da covardia!
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